quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Campanha alerta para importância da prevenção das arritmias cardíacas

Esta quinta-feira (12) é o Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas. O tipo mais comum de arritmia atinge um em cada quatro brasileiros.


Patricia Taufer
São Paulo/ G1 Jornal Hoje
Imagem: Reprodução internet

O tipo mais comum de arritmia cardíaca atinge um em cada quatro brasileiros, mas muita gente nem sabe que tem a doença. Para alertar sobre o problema, nesta quinta-feira (12), Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas, a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas promove a campanha Coração Batida Certa em várias cidades do país.
O coração tem seu ritmo próprio e, quando o batimento descompassa, é sinal de que algo não vai bem. A isso se dá o nome de arritmia cardíaca. A mais comum é a fibrilação atrial. “O risco dessa arritmia é que a falta de contração dessa parte do coração faz com que o fluxo de sangue fique lento e forme coágulos no coração”, alerta o médico Eduardo Saad, diretor da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas.
Imagem extraída da internet
Durante a campanha, médicos simulam em um boneco o atendimento a alguém que tenha perdido a consciência, o que pode ser parada cardíaca. Nesse caso, uma ação imediata aumenta muito as chances de evitar a chamada morte subida. “Se ela não receber um primeiro atendimento adequado, a probabilidade dela chegar ao hospital com vida ou sobreviver e receber alta desse hospital é muito baixa, 10%, até menos”, afirma Saad.
Informação era o que a pesquisadora Luciana Alves precisava. Quem vê ela na academia, fazendo corrida e musculação, não acredita que ela usa um marcapasso há três anos. Ela passou dez anos fazendo tratamento com remédios para arritmia, mas chegou uma hora que só o marcapasso deu jeito.
Luciana quis dividir tudo que aprendeu com quem também tinha a doença e resolveu criar um blog. “Lá, a gente troca experiências, cada um conta a sua história e isso tem ajudado outras pessoas a enfrentar a ideia de tratar uma arritmia cardíaca. A gente mostra para essas pessoas que a gente leva uma vida normal”, comemora.

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